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Multipotencialidade não é excesso. É visão.

  • Foto do escritor: Beatriz Cavalcanti
    Beatriz Cavalcanti
  • 19 de jan.
  • 2 min de leitura


Por muito tempo, ser multipotencial foi tratado como falta de foco. Como se interesses diversos fossem sinônimo de dispersão. Como se profundidade só existisse em um único caminho.


Mas o mundo mudou. E 2026 deixa isso ainda mais evidente.




Vivemos em um tempo onde problemas são complexos, mercados são híbridos e as pessoas já não se conectam apenas com funções — mas com visão, repertório e identidade. Nesse cenário, a multipotencialidade deixa de ser ruído e passa a ser vantagem estratégica.


Ser multipotencial não é fazer tudo ao mesmo tempo. É conseguir integrar.


É olhar para uma ideia de negócio com mente criativa. Criar com pensamento estratégico. Tomar decisões com sensibilidade estética e lógica financeira coexistindo.


Na minha vida, isso nunca foi teoria. Sempre foi prática. Empreender, criar, estudar, treinar, filmar, tocar instrumentos, ler, observar, escrever. Nada disso acontece em compartimentos isolados.


Quando gravo um vídeo, meu olhar vem do cinema. Quando construo uma marca, minha base vem do marketing, mas minha exigência vem da arte. Quando lidero empresas, minha disciplina e resiliência vem do esporte. Quando organizo ideias, meu silêncio vem da leitura. Quando erro, meu aprendizado vem da constância, como no jiu-jitsu.


Cada braço que construí carrega essa lógica integrada.


Minhas empresas não existem apesar da minha multipotencialidade. Elas existem por causa dela.


A BCX Creators como agência nasce da estratégia, mas cresce pela sensibilidade criativa. A BCX Films não é só técnica, é narrativa, ritmo e olhar. A BCX Originals não vende tecido, vende identidade. O SimpleMind não fala apenas de disciplina, fala de vida estruturada para sustentar ambição com saúde e equilíbrio.


Nada disso poderia existir se eu tivesse escolhido ser apenas uma coisa.


Em 2026, o profissional do futuro não será o que sabe mais sobre um único ponto. Será o que conecta pontos que outros não enxergam.


Multipotenciais não competem por volume. Competem por síntese.

Eles traduzem. Eles cruzam linguagens. Eles criam pontes entre áreas que antes não conversavam.


Claro: multipotencialidade sem direção vira ruído. Mas multipotencialidade com centro vira potência.


O segredo nunca foi reduzir quem você é. Foi construir um eixo firme o suficiente para sustentar a expansão. Porque quando o centro está claro,os caminhos não competem entre si, eles se fortalecem.


E talvez isso seja o mais importante para 2026: não escolher menos versões de si,mas aprender a orquestrá-las.


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